quinta-feira, 25 de agosto de 2011

MANIFESTAÇÃO CONTRA SUBSTÂNCIA TÓXICA

POPULAÇÃO DE CABEDELO PREPARA MANIFESTAÇÃO CONTRA SUBSTÂNCIA TÓXICA À SAÚDE HUMANA E AMBIENTAL:

Na semana passada, a TV Cabo Branco denunciou as reclamações dos moradores da cidade que reclamam da poluição causada pelo transporte do Petcoke:



Cansados de reclamarem contra poluição causada por "Petcoke", um derivado de petróleo que chega mensalmente ao porto de Cabedelo, os moradores da cidade portuária devem realizar um grande Ato Publico no início do mês de setembro para protestarem conta a poluição causada pelo transporte de produtos que são descarregados no porto.

Juntamente com a rede solidária SOS Cabedelo, representantes Sindicais e ONGS Ambientais do Município, eles decidiram adiar o Ato Público, que seria realizado no último dia 23 em frente ao Porto e Cabedelo para protestar contra a poluição provocada pelos transportes de diversos produtos, a exemplo do petcoke, que segundo a população vem ocasionando sujeiras e doenças respiratórias, situação esta, relatada pelo presidente da União Cabedelense de Associações Comunitárias, Everaldo Viana.

Conhecido como coque verde de Petróleo embora seja um subproduto do processo de refino, o petcoke ganhou valor comercial e passou a ser comercializado como combustível em fornos e caldeiras, sendo utilizado em cimenteiras, indústrias de cerâmica, calcinadoras de gesso e outras. Segundo especialistas, o petcoke possui em sua composição elementos tóxicos presentes no petróleo, tais como enxofre, metais pesados e hidrocarbonetos voláteis. A sua utilização como fonte energética gera, dentre outras substâncias, dioxinas e furanos, reconhecidas pela Organização Mundial de Saúde como carcinogênicos.

Em 2009 O Ministério Público de Pernambuco (MPPE), a partir da ação do promotor de Justiça Salomão Aziz Ismail, celebrou um termo de ajustamento de conduta com o Terminal de Combustível da Paraíba Ltda (TECOP) para regulamentar a retirada de parte do petcoke, também conhecido como coque verde petróleo, das dependências do Porto de Suape. De acordo com o promotor, "há indícios de que essa substância pode causar danos graves à saúde humana e ambiental, e isso se torna um forte motivo para tirá-la de Suape".


Por: Clilson Júnior
(25 de Agosto de 2011 - 09h56)

Fonte: ClickPB


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