Governo do Brasil abre mil novas vagas para municípios reforçarem combate à fome
O objetivo do programa, agora batizado de Alimenta Cidades +1000, é transformar a realidade de bairros periféricos onde o acesso a comida de qualidade é difícil ou inexistente. A iniciativa ajuda as cidades a planejarem sistemas de alimentação mais justos e sustentáveis, garantindo que a comida saudável chegue à mesa de quem mais precisa.
APOIO — Muitas cidades enfrentam o desafio dos chamados "desertos alimentares" — locais onde só se encontra comida ultraprocessada e faltam alimentos frescos. Com a adesão, o município passa a contar com apoio técnico por meio do mapeamento da agenda alimentar urbana e da construção de rotas de implementação dos sistemas alimentares urbanos, considerando as especificidades e demandas locais. O objetivo é apoiar o planejamento e a execução de ações estruturantes que garantam o acesso regular e permanente a alimentos adequados e saudáveis.
Os municípios que integram a Estratégia Alimenta Cidades têm acesso a um conjunto de ofertas que inclui produção de conhecimento para subsidiar a tomada de decisão, cooperação e intercâmbio de experiências, mentorias temáticas especializadas, ações de inovação orientadas por desafios reais dos territórios e apoio à captação de recursos.
ADESÃO — Qualquer prefeitura interessada pode preencher o formulário eletrônico disponível na Plataforma Alimenta Cidades . Atualmente, 102 cidades já fazem parte da estratégia. Caso o número de municípios interessados ultrapasse o limite de mil vagas, a priorização seguirá os seguintes critérios:
• municípios participantes do Protocolo Brasil Sem Fome;
• municípios localizados nas regiões Norte e Nordeste.
FORTALECIMENTO — A Estratégia Alimenta Cidades, instituída pelo Decreto nº 11.822/2023, orienta a atuação do Governo do Brasil no enfrentamento da fome nos espaços urbanos. Por meio do Alimenta Cidades +1000, a iniciativa fortalece capacidades institucionais locais, amplia o diálogo federativo e promove soluções integradas para os desafios dos sistemas alimentares urbanos.
Fonte: Agência Gov | Via Secom/PR
